Pois bem, nascido em 8 de maio de 1981, ano da conquista do 1° Campeonato Brasileiro pelo Grêmio, na cidade de Feliz, por isso sou feliz (bah), fui morar em Novo Hamburgo, onde resido desde então.
Desde cedo, sempre gostei de futebol. Lembro vagamente de ter assistido a final do Mundial Interclubes de 83, numa tv em preto e branco, e de ter ido jogar bola depois da derrota da seleção brasileira de 1986, nos penaltis, para a França.
Estudei no colégio Boa Saúde, que ficava no bairro onde morava, por 4 anos, e depois fui estudar no município de Estância Velha, onde terminei o ensino fundamental na Escola Estadual 8 de Setembro. fiz prova pra Escola Técnica Liberato Salzano, onde cursei eletrônica, mas acabei não concluindo o curso. Hoje me arrependo, poderia ter concluído e seria uma boa formação para o mercado de trabalho. Talvez nem teria cursado História.
Paralelo a isso, fiz grande amizades, que perduram até os dias de hoje. Gosto muito de estar entre amigos, conversar, manter contato. Creio que o ser humano não deva ser um solitário, eremita.
Não tive nenhum acontecimento familiar marcante. Meus pais estão casados até hoje e tenho uma irmã.
Quando prestei vestibular, em 2001, já não estudava a algum tempo. Resolvi fazer um cursinho pré-vestibular, que me apresentou o César, infelizmente já falecido, vitima de câncer.
Buenas, passei para jornalismo na Unisinos, e depois de um semestre, desgostei do curso. ia largar a faculdade, pois não tinha ideia do que cursar, e o César me sugeriu ir pra história, que eu tinha perfil, que ia gostar.
Fui e gostei.
Não tinha em mente ainda a profissão de professor. Estava bem acomodado, trabalhava com meu pai, tinha uns privilégios. Quando chegou o momento dos estágios, fiquei bastante assustado. Mas quando entrei na sala, e começei a falar sobre a Revolução Francesa, me enchi de confiança, e vi que era legal. Não era o que eu queria pra minha vida, e não aceito quando leio discursos do tipo "o professor precisa ter amor pelo que faz"... Nélson Gonçalves já dizia que "sem amor não se chupa nem um chicabom". Ser professor é uma profissão carregada de responsábilidade, que merece valorização e respeito, como qualquer outra atividade que contribua para o bem da sociedade.
Enfim, fiz meu trablho de conclusão sobre a música e história do Brasil. foi um bom trablho, que talvez possa continuar em estudos mais aprofundados. Creio que a história de de civilizações pode ser contada através da produção cultural, e podem ocorrer recortes dentro dessa temática, como a classe social, o período, enfim, é inesgotável.
Durante o fim do curso, descobri que tinha um tumor, e precisava retirá-lo. Meu principal medo era se ia precisar de tratamento posterior, como quimioterapia ou radioterapia, mas não precisou. Não passei por atendimento público, tinha convênio com a Unimed e não precisei passar pela saúde pública. Sempre ouvi opiniões distintas sobre o atendimento publico, o SUS. Apesar de escutar mais reclamações, já soube de bons atendimentos e diagnósticos. E já fiquei esperando por uma hora atendimento na Unimed. Enfim, acho que problemas tem em todo o lugar.
Quando concluía o TCC, em setembro de 2010, fui chamado pela 2° coordenadoria para lecionar em São José do Hortêncio. Nem sabia onde ficava. Hoje, não largo por nada. É uma cidade pequena e tranquila, inclusive com um dos melhores indices de desenvolvimento do RS.
No ano seguinte, em 2011, comecei a dar aula em Estância Velha, na Escola Estadual Humberto de Campos, onda também continuo, porém leciono pra o ensino fundamental.
Por mais que eu goste de dar aula, não penso em continuar com isso até o fim de meus dias. Quero inventar algo paralelo, que começe como um hobby, e se torne fonte de renda.
Sobre o curso, espero que me auxílie nas aula de Sociologia.
